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  • I Congresso Internacional 2019 | Humanismo, Direitos Humanos e Cidadania Global

    I Congresso Internacional 2019 | Humanismo, Direitos Humanos e Cidadania Global

    Dia inteiro
    2019-06-01-2019-06-01

    Apresentação

    O Congresso tem por objetivo promover a discussão e a reflexão sobre a problemática da (re)construção de uma cidadania plena no contexto dos problemas da sociedade actual. A cidadania, assente na ética das relações humanas, é a garantia do respeito pela dignidade dos seres humanos, do desenvolvimento sustentado e sustentável, da justiça social, da paz e da felicidade. Na era das tecnologias e da sociedade de informação, o conceito de cidadania apresenta-se hoje como uma problemática emergente. A cidadania carece de uma apropriação por parte dos decisores, dos líderes políticos e religiosos, das comunidades, dos educadores, das nações e dos cidadãos do mundo, para a concretização bem-sucedida do processo irreversível da cidadania global.

    A discussão e reflexão sobre esta problemática, através de estudos e trabalhos de investigação produzidos, é uma oportunidade para produzir, disseminar e transferir conhecimento científico face aos novos desafios e ameaças que enfrentamos.

    O Congresso “Humanismo, Direitos Humanos e Cidadania Global” é um espaço aberto de participação a todos os interessados em contribuir com as suas reflexões, estudos e propostas que podem ajudar a repensar um mundo marcado por incertezas.

    Este congresso terá uma periodicidade de 2 anos e, neste primeiro ano, centrar-se-á nas seguintes áreas: Ciência e Religião; Ciências da Educação e Formação de Professores; Ciências Políticas; Ciências Sociais; Psicologia e Ciências da Vida; Educação, Cidadania e Desporto

    O Congresso será acreditado como ação de formação contínua para professores dos ensinos básicos e secundário.

    Mais Informações: http://www.ceied.ulusofona.pt/pt/i-congresso-internacional-2019-humanismo/

    O Congresso terá lugar no Auditório Agostinho da Silva – Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias

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  • Fórum de Diálogo Social- Indústria 4.0

    Fórum de Diálogo Social- Indústria 4.0

    14:00 -18:00
    2019-06-18

    Universidade do Porto todas as pessoas a estarem presentes no Fórum de Diálogo Social- Indústria 4.0, que se realizará no Salão Nobre – Reitoria da Universidade do Porto, no próximo dia 18 de Junho às 14h00.

    A mesa de Diálogo Social Transfronteiriço no sector da Indústria 4.0 tem como objetivo contribuir para o estabelecimento de um quadro ou espaço de diálogo social como elemento essencial para consolidar a integração laboral, de forma a adaptar-se à nova realidade do mercado de trabalho nesta área geográfica e alcançar uma normalização e integração mais eficazes.

    Mais info e inscrições aqui

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  • Congresso Internacional “Diásporas, Identidade e Globalização”

    Congresso Internacional “Diásporas, Identidade e Globalização”

    Dia inteiro
    2019-06-19-2019-06-21

    Inscrições e programa aqui

    Nos finais dos séculos XV e XVI, as comunidades judaicas sefarditas, ainda na Península Ibérica, viram-se obrigadas a um vasto grupo de adaptações resultantes da intolerância e da perseguição. A fuga, quando possível, foi muitas vezes a opção, tendo sido obrigados a correr mundo, a buscar sustento e sobrevivência em paragens muitas vezes distantes.

    Esta fuga coincide, é alimentada e alimenta-se, da chamada “Abertura do Mundo”, da chegada a novos continentes e a novas culturas. Em poucas gerações, as famílias judias que antes viviam na Península Ibérica ganharão uma dimensão diaspórica em que os seus elementos podem estar espalhados por diversos lugares do globo.

    A identidade judaica irá ser refeita em novos espaços, mas nunca ficando confinada a eles de forma irredutível – “sefarad” será sempre um horizonte quase mítico. A identidade terá essa marca da fuga, da necessidade de, a qualquer momento, ter de sair, de fugir. A diáspora será, para estas populações, uma identidade que marca a noção de cosmopolitismo que hoje temos: a vida transnacional, os contactos internacionais, o estabelecimento de redes.

    Desta forma, não estamos apenas perante um quadro relativo a uma identidade própria, mas sim perante uma forma de estar no mundo, de o conceber, que é a matriz da própria modernidade.

    Trazer o Terras de Sefarad para esta temática é ligar o mais distante deste passado colectivo ao mais vertiginoso do presente: o equacionar de uma identidade que, longe de ser estática, é-o em mudança e se recria na própria instabilidade, procurando constantemente ferramentas para a sua sobrevivência.

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  • Congresso Internacional “Diásporas, Identidade e Globalização”

    Congresso Internacional “Diásporas, Identidade e Globalização”

    Dia inteiro
    2019-06-20-2019-06-21

    Inscrições e programa aqui

    Nos finais dos séculos XV e XVI, as comunidades judaicas sefarditas, ainda na Península Ibérica, viram-se obrigadas a um vasto grupo de adaptações resultantes da intolerância e da perseguição. A fuga, quando possível, foi muitas vezes a opção, tendo sido obrigados a correr mundo, a buscar sustento e sobrevivência em paragens muitas vezes distantes.

    Esta fuga coincide, é alimentada e alimenta-se, da chamada “Abertura do Mundo”, da chegada a novos continentes e a novas culturas. Em poucas gerações, as famílias judias que antes viviam na Península Ibérica ganharão uma dimensão diaspórica em que os seus elementos podem estar espalhados por diversos lugares do globo.

    A identidade judaica irá ser refeita em novos espaços, mas nunca ficando confinada a eles de forma irredutível – “sefarad” será sempre um horizonte quase mítico. A identidade terá essa marca da fuga, da necessidade de, a qualquer momento, ter de sair, de fugir. A diáspora será, para estas populações, uma identidade que marca a noção de cosmopolitismo que hoje temos: a vida transnacional, os contactos internacionais, o estabelecimento de redes.

    Desta forma, não estamos apenas perante um quadro relativo a uma identidade própria, mas sim perante uma forma de estar no mundo, de o conceber, que é a matriz da própria modernidade.

    Trazer o Terras de Sefarad para esta temática é ligar o mais distante deste passado colectivo ao mais vertiginoso do presente: o equacionar de uma identidade que, longe de ser estática, é-o em mudança e se recria na própria instabilidade, procurando constantemente ferramentas para a sua sobrevivência.

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  • Congresso Internacional “Diásporas, Identidade e Globalização”

    Congresso Internacional “Diásporas, Identidade e Globalização”

    Dia inteiro
    2019-06-21-2019-06-21

    Inscrições e programa aqui

    Nos finais dos séculos XV e XVI, as comunidades judaicas sefarditas, ainda na Península Ibérica, viram-se obrigadas a um vasto grupo de adaptações resultantes da intolerância e da perseguição. A fuga, quando possível, foi muitas vezes a opção, tendo sido obrigados a correr mundo, a buscar sustento e sobrevivência em paragens muitas vezes distantes.

    Esta fuga coincide, é alimentada e alimenta-se, da chamada “Abertura do Mundo”, da chegada a novos continentes e a novas culturas. Em poucas gerações, as famílias judias que antes viviam na Península Ibérica ganharão uma dimensão diaspórica em que os seus elementos podem estar espalhados por diversos lugares do globo.

    A identidade judaica irá ser refeita em novos espaços, mas nunca ficando confinada a eles de forma irredutível – “sefarad” será sempre um horizonte quase mítico. A identidade terá essa marca da fuga, da necessidade de, a qualquer momento, ter de sair, de fugir. A diáspora será, para estas populações, uma identidade que marca a noção de cosmopolitismo que hoje temos: a vida transnacional, os contactos internacionais, o estabelecimento de redes.

    Desta forma, não estamos apenas perante um quadro relativo a uma identidade própria, mas sim perante uma forma de estar no mundo, de o conceber, que é a matriz da própria modernidade.

    Trazer o Terras de Sefarad para esta temática é ligar o mais distante deste passado colectivo ao mais vertiginoso do presente: o equacionar de uma identidade que, longe de ser estática, é-o em mudança e se recria na própria instabilidade, procurando constantemente ferramentas para a sua sobrevivência.

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  • Media Literacy for Living Together

    Media Literacy for Living Together

    Dia inteiro
    2019-06-26-2019-06-28

    O MILT é um projeto piloto financiado pela Comissão Europeia. O principal objetivo do MILT é desenvolver a literacia mediática de todos os participantes no projeto. Consiste numa abordagem metodológica assente numa lógica de boas práticas, ou seja, iremos documentar e avaliar todo o processo. O projeto tem como ponto de partida conceptualizações teóricas e estudos recentes em literacia mediática como um requerimento fundamental para uma cidadania ativa. O projeto MILT procura melhorar em particular a literacia mediática das pessoas ligadas ao projeto, especialmente das mais jovens. A lógica principal deste projeto é permitir os participantes tornarem-se agentes de mudança social através do uso e criação de media, contribuindo para a inclusão de minorias, grupos marginalizados e procurando também atingir comunidades online como público alvo.

     

    Mais sobre o evento aqui

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  • Media Literacy for Living Together

    Media Literacy for Living Together

    Dia inteiro
    2019-06-27-2019-06-28

    O MILT é um projeto piloto financiado pela Comissão Europeia. O principal objetivo do MILT é desenvolver a literacia mediática de todos os participantes no projeto. Consiste numa abordagem metodológica assente numa lógica de boas práticas, ou seja, iremos documentar e avaliar todo o processo. O projeto tem como ponto de partida conceptualizações teóricas e estudos recentes em literacia mediática como um requerimento fundamental para uma cidadania ativa. O projeto MILT procura melhorar em particular a literacia mediática das pessoas ligadas ao projeto, especialmente das mais jovens. A lógica principal deste projeto é permitir os participantes tornarem-se agentes de mudança social através do uso e criação de media, contribuindo para a inclusão de minorias, grupos marginalizados e procurando também atingir comunidades online como público alvo.

     

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  • Media Literacy for Living Together

    Media Literacy for Living Together

    Dia inteiro
    2019-06-28-2019-06-28

    O MILT é um projeto piloto financiado pela Comissão Europeia. O principal objetivo do MILT é desenvolver a literacia mediática de todos os participantes no projeto. Consiste numa abordagem metodológica assente numa lógica de boas práticas, ou seja, iremos documentar e avaliar todo o processo. O projeto tem como ponto de partida conceptualizações teóricas e estudos recentes em literacia mediática como um requerimento fundamental para uma cidadania ativa. O projeto MILT procura melhorar em particular a literacia mediática das pessoas ligadas ao projeto, especialmente das mais jovens. A lógica principal deste projeto é permitir os participantes tornarem-se agentes de mudança social através do uso e criação de media, contribuindo para a inclusão de minorias, grupos marginalizados e procurando também atingir comunidades online como público alvo.

     

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