Maternidade e carreira são incompatíveis? – A experiência de duas millennials

Artigo da autoria de Maria Serina

A maternidade e a carreira são incompativeis? Na Executiva sabemos que não. Não só contratámos uma jornalista no dia em que nos disse que estava grávida, como já conversámos e entrevistámos dezenas de mulheres que ocupam cargos de liderança em importantes empresas e que são a prova de que não tem de ser necessariamente assim. Isabel Vaz tem dois filhos e é CEO da Luz Saúde. Maria João Carioca, tem duas filhas e é administradora da CGD. Vera Pinto Pereira, tem 6 filhos (juntando os seus e os do segundo marido) e é administradora da EDP. Soledade Carvalho Duarte tem 5 filhos e gere (sozinha) há 26 anos a Invesco/Transearch. Maria João Sales Luís, administradora da Multicare, tem 5 filhas.

Estes são apenas alguns exemplos de mulheres que nunca se questionaram se tinham se desistir da carreira para ter filhos ou se para investirem na carreira teriam de os adiar. “Não vale a pena dizer: ‘Estou a pensar em ter um filho, por isso vou começar a abrandar a carreira’. Tem um filho, continua a tua carreira e, se precisares de abrandar, abrandas depois. Não te autocondiciones”, diz Maria João Carioca, da CGD. Por seu lado, Isabel Vaz, confirma que tudo é possível, sem dramas: “Tive os meus dois filhos quando trabalhava na McKinsey. Eu queria muito ter filhos e a verdade é que não me atrapalharam nada a carreira”.

Esta é a perspetiva de mulheres que já chegaram ao topo. E quem vai a caminho, como é que pensa? Entrevistámos duas millennials, que foram mais há cerca de um ano, Filipa Ribeiro, 32 anos, M&A Tax Senior Manager na PwC, e Ana Sanches, 32 anos, HR Manager na EDPpara saber o impacto da maternidade nas suas carreiras.

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