“Liderar para a diversidade”: Paula Guimarães, presidente do GRACE

No site do Link to Leaders, projeto editorial que liga Business Angels, Start-ups e Empresas com projetos potencialmente interessantes, é possível encontrar um artigo escrito pela presidente do GRACE, Paula Guimarães.

Vivemos hoje um tempo de descredibilização e dessacralização generalizada das formas de exercício do poder, que põe à prova os líderes e a sua estratégia.

 

Um tempo em que nos sentimos acossados, com medo de perder conquistas civilizacionais importantes, em que oscilamos entre a generosidade e a intolerância, entre o desejo de construir uma sociedade diversa ou a tentação de nos fecharmos num ilusório castelo de segurança.

 

O imediatismo das redes sociais, a leviandade dos fazedores de opinião e a iliteracia generalizada sobre os fundamentos da cidadania propiciam, cada vez mais, o aparecimento de falsos líderes, de personagens mediáticas construídas, falsamente genuínas e que utilizam a cultura do medo, para fazer regredir séculos de evolução no domínio da autodeterminação, da equidade e do ecumenismo.

 

Da política à sala de aula, os perfis dos que nos podem formar e orientar é decisivo. Também o contexto das empresas não fica incólume a esta tendência e exige líderes que contribuam definitivamente para a implementação de uma cultura de reconhecimento do outro, de respeito pelas suas opções e percurso individual.

 

A promoção da diversidade não é uma questão despicienda no domínio da gestão do capital humano, contribuindo decisivamente para o bom clima organizacional, para uma relação autêntica com os demais stakeholders e, naturalmente, para o aumento da produtividade.

 

Um tempo em que nos sentimos acossados, com medo de perder conquistas civilizacionais importantes, em que oscilamos entre a generosidade e a intolerância, entre o desejo de construir uma sociedade diversa ou a tentação de nos fecharmos num ilusório castelo de segurança.

 

O imediatismo das redes sociais, a leviandade dos fazedores de opinião e a iliteracia generalizada sobre os fundamentos da cidadania propiciam, cada vez mais, o aparecimento de falsos líderes, de personagens mediáticas construídas, falsamente genuínas e que utilizam a cultura do medo, para fazer regredir séculos de evolução no domínio da autodeterminação, da equidade e do ecumenismo.

 

Da política à sala de aula, os perfis dos que nos podem formar e orientar é decisivo. Também o contexto das empresas não fica incólume a esta tendência e exige líderes que contribuam definitivamente para a implementação de uma cultura de reconhecimento do outro, de respeito pelas suas opções e percurso individual.

 

A promoção da diversidade não é uma questão despicienda no domínio da gestão do capital humano, contribuindo decisivamente para o bom clima organizacional, para uma relação autêntica com os demais stakeholders e, naturalmente, para o aumento da produtividade.

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